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09/2016

Google começa a liberar Allo, seu novo app de mensagens inteligente

Novo app recorre a inteligência artificial para entregar bate-papo personalizado. Aplicativo deve concorrer com o Messenger, do Facebook

O Google começou a liberar nesta quarta-feira (21) o download do app de bate-papo Allo. O app ainda está sendo lançado globalmente, e da mesma forma que o app Duo, lançado recentemente, o Allo ficará disponível para download para Android e iOS.

Da mesma forma que seus concorrentes, caso do Facebook e Apple, a nova ferramenta permite enviar vídeos, mensagens de voz e imagens.

E como ultimamente, o Google tem focado em machine learning, o Allo também não escapa de suas pretensões. O app recorre a ‘chatbots’ para entregar uma experiência mais personalizada aos usuários. Com ele, é possível fazer pesquisas na internet e até executar tarefas no smartphone sem abandonar a janela do app.

O recurso Smart Reply aprende como você responde mensagens e permite que você envie textos ou emojis que você usa com maior frequência de forma automática. Assim, quanto mais você usar o Allo, mais sugestões inteligentes ele dará para suas conversas. 

É um toque legal, mas quem tornará o Allo um sucesso ou um fracasso será o Google Assistant. A próxima evolução do Google Now, o Assistant é uma espécie de ajudante pessoal para suas conversas. 

Digite apenas @google (mesmo que no meio de uma conversa) para ver o Google Search buscar aquela foto de um gato que você tirou na semana passada ou a última pontuação do seu time favorito ou mesmo informações de um voo e a resposta para uma questão matemática,  além de procurar pela melhor rota para chegar a um determinado endereço ou mostrar restaurantes de um bairro.

Em resumo, qualquer coisa que você perguntaria ao Google Now, provavelmente você poderá recorrer ao mesmo pelo Google Assistant e mais.

O Allo ainda não criptografa mensagens de ponta a ponta por padrão, assim como o assistente do Google não consegue usar todas as coisas de aprendizado de máquina baseados na rede para ajudá-lo se você não souber o que você está falando. 

Outro recurso interessante permite que mensagens se "auto-apagam" quando programadas. Por exemplo, se você quiser manter uma conversa privada, você poderá acionar o Modo Anônimo para habilitar a criptografia de ponta a ponta e controlar o quanto mensagens devem ser mantidas salvas antes de elas expirarem, de cinco segundos a uma semana.  

O último app de bate-papo do Google também é exclusivo para mobile. Não há nenhuma previsão de que ele será disponibilizado para PC, Mac ou web. Algo que, de certa forma, é incomum para o Google. Até mesmo o WhatsApp tem sua versão para Windows, Mac e navegador. 

Brasil

Por enquanto, o aplicativo Allo se encontra disponível apenas para pré-registro no Brasil. Até o fechamento desta reportagem, a assessoria de imprensa do Google no País não precisou a data de lançamento para usuários brasileiros. A versão em português do blog da companhia informa que app chegará por aqui "nos próximos dias".

 

Fonte: idgnow.com.br

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09/2016

Brasil é o 2º país com mais anunciantes no Instagram

Instagram: rede social alcançou 500 mil anunciantes, e Brasil é o 2º país no ranking global

São Paulo – A rede social Instagram está comemorando hoje uma marca importante. A rede social atingiu o número de 500 mil anunciantes ao redor do mundo.

Um dado interessante é que o Brasil faz parte dos cinco principais mercados de anúncios na rede social neste momento. Mais do que isso, o país perde apenas para os Estados Unidos, que ocupam o primeiro lugar. O top 5 ainda conta com Reino Unido, Austrália e Canadá. Note que o Brasil é o único país de língua não-inglesa nesta lista.

 

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A rede ainda divulgou os cinco assuntos sobre os quais mais se anuncia: bens de consumo, e-commerce, varejo, entretenimento e tecnologia. As verticais (nome que a empresa usa para essas categorias) de cada país não são divulgadas.

Jim Squires, diretor de operações de mercado do Instagram, credita parte do sucesso a novas possibilidades que a rede social deu para perfis profissionais. Uma, bastante importante, é a popularização dos perfis de negócios.

Segundo Squires, o objetivo é continuar trabalhando na forma como os usuários interagem com os anúncios na plataforma. Ainda não existem planos para inserção de publicações pagar no Instagram Stories —formato inspirado no concorrente Snapchat. Squires, no entanto, ressalta que páginas oficias têm adotado o formato publicando conteúdo para seus seguidores.

O alto número de anunciantes não implica uma exibição maior de materiais para os usuários. “Isso representa mais anúncios interessantes para cada usuário e não mais anúncios exibidos para cada um deles”, falou Squires a EXAME.com.

Outra adaptação importante foi a mudança no formato dos links. De acordo com o Instagram, houve um aumento de 45% no desempenho dos anúncios.

Veja abaixo alguns números interessantes compartilhados pelo Instagram:

• 50% dos usuários seguem uma conta de empresa

• 60% das pessoas dizem ter conhecido um produto ou serviço pelo Instagram

• 75% dos usuários reagem após terem sido inspirados por um post (visitam um site, pesquisam, compram ou indicam a amigos)

 

Fonte: exame.abril.com.br

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09/2016

Twitter passa a desconsiderar fotos e vídeos no limite de 140 caracteres

Mudanças foram anunciadas em maio e implementadas nesta segunda (19).
Novidades passam a valer ao redor do mundo em navegadores e apps.

O limite de 140 caracteres por publicação do Twitter passa a desconsiderar arquivos anexos -- como vídeos, gifs ou imagens -- e citações (RTs) a partir desta segunda-feira (19). As mudanças foram implementadas no mundo inteiro e valem para navegadores e aplicativos.

As novidades fazem parte de um pacote anunciado em maio pela rede social, e devem permitir tuítes mais longos no geral. Segundo a empresa, o objetivo é tornar "a experiências dos usuários mais intuitiva".
Outras mudanças estarão disponíveis nos próximos meses, como tuítes iniciados pelos nomes de usuários aparecerem para todos os seguidores, e não apenas para os envolvidos na conversa.

Fonte: g1.globo.com/tecnologia

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08/2016

Fuja dos mitos de marketing que só atrapalham a sua empresa

Termos técnicos, lendas e mitos fazem parte do dia a dia do marketing e, muitas vezes, podem confundir o empreendedor. Para fugir dessas armadilhas, reunimos os sete principais mitos atuais e mostramos como dá para ser feliz, desenvolver a empresa e vender mais com atitudes simples:
 
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Mito nº 1: “eu sei tudo sobre marketing”: isso é impossível, especialmente hoje em dia, pois, enquanto escrevo essa coluna, possivelmente, já surgiram novidades para melhorar os resultados de marketing das empresas. Se algum candidato à vaga de gerente de marketing ou até uma agência disser isso, fuja.
 
Mito nº 2: “é preciso ter muita verba de marketing”: toda empresa, de qualquer porte, hoje pode fazer um bom marketing nas redes sociais até com pouca verba. A criatividade, a qualidade nos posts e a interação com a audiência podem compensar a falta de investimento, em muitos casos.
 
Mito nº 3: “basta copiar o concorrente”: o que funciona para uma marca não é sinônimo de garantia para outra. Cada empresa tem os seus valores, diferenciais e a forma de conversar com os clientes. Nas redes sociais, a regra é ser autêntico, comprometido, acompanhar as novidades e usá-las quando for pertinente.
 
Mito nº 4: “redes sociais são coisa de adolescente”: quem ficou parado na Idade da Pedra precisa se conscientizar de que todos os seus clientes e prospects estão conectados nas redes e isso só vai ficar mais intenso. É um caminhos sem volta. Ou a sua empresa assume esse fato agora, e começa desde já a aproveitar os benefícios digitais, ou vai ter de fazer isso em breve (mas já vai ter perdido clientes para outras marcas).
 
Mito nº 5: “rede social é Facebook”: novos canais estão aparecendo e consolidando a sua vocação. Ter uma página no Facebook é básico, mas a empresa precisa estar onde estão os clientes. Se é loja de roupa, por exemplo, precisa estar no Instagram. Se é um negócio B2B, ative também o Linkedin. Os vídeos estão tomando o espaço dos textos. Então, vale a pena usar o YouTube, além de acompanhar o crescimento do Snapchat.
 
Mito nº 6: “para vender é preciso investir no Google Adwords”: você pode impulsionar posts no Facebook, montar campanhas de FaceAds e até usar a publicidade no Linkedin para vender, muitas vezes usando menos verba e saindo da competição acirrada do Google Adwords.
 
Mito nº 7: “campanha de e-mail marketing não funciona mais”: ao contrário, a comunicação por e-mail ainda é muito valorizada nas vendas. Mas hoje pode ser aprimorada com uma redação estratégica e próxima, que valorize o uso de gatilhos mentais e de técnicas de SEO (Search Engine Optimization) para melhorar a conversão.
 
O fato é que sempre há novidades no marketing e formas de usar melhor os recursos! Aproveite parte do seu tempo para se atualizar e conhecer o que o mercado está fazendo. Estudando casos de sucesso, muitas vezes, você terá mais conhecimento e ainda poderá ter ideias para aplicar no seu negócio.
 
Fonte: Exame.com

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08/2016

WhatsApp começa a compartilhar dados com Face

O WhatsApp anunciou nesta quinta-feira (25) uma mudança na forma como lida com os dados dos usuários, com o objetivo de compartilhar informações com o Facebook. A rede social é dona do mensageiro, considerado o aplicativo mais popular do Brasil. A mudança tem relação com uma atualização nos termos de serviço do WhatsApp, aquele conjunto de regras jurídicas com as quais todo internauta concorda ao instalar o programa.
O que significa WhatsApp em português? Veja essa e outras curiosidades
De acordo com o WhatsApp, essa é a primeira vez que os termos de uso e privacidade são alterados nos últimos quatro anos. Entenda o que muda para você.
Compartilhamento com o Facebook
A imagem que você vê abaixo retrata uma mensagem que os usuários do WhatsApp passarão a receber a partir de hoje nos smartphones com Android e nos iPhones (iOS). Será desta forma que o WhatsApp pedirá autorização para vincular o número de celular com o perfil no Facebook.
 
Mensagem de compartilhamento de dados entre WhatsApp e Facebook (Foto: Divulgação/Facebook)Mensagem de compartilhamento de dados entre WhatsApp e Facebook (Foto: Divulgação/Facebook)

 

 

Os usuários que não quiserem o compartilhamento dos dados terão "até 30 dias para decidir se gostariam de concordar e continuar utilizando o WhatsApp". O WhatsApp esclareceu ao TechTudo que não será mais possível rejeitar a mudança depois que o prazo de 30 dias acabar. Além disso, os novos usuários serão obrigados a aceitar a nova política de privacidade e termos de uso para usar o aplicativo – eles não terão escolha.
A integração do WhatsApp com o Facebook permitirá à rede social saber "com que frequência as pessoas usam nosso aplicativo e também conseguiremos ser mais eficazes no combate ao spam". A mudança nos termos de serviço também possibilitará "melhores sugestões de amizade e anúncios mais relevantes" no Facebook.
A lógica é a seguinte: ao trocar mensagens com uma loja pelo WhatsApp, a possibilidade de ver uma propaganda desta loja no Facebook aumenta. Além da rede social, o compartilhamento dos dados também poderá valer para outros aplicativos mantidos pelo Facebook, como o Instagram e o MSQRD.
O escritório do WhatsApp ressaltou que não vai exibir publicidade estilo banner – como as imagens publicitárias vistas em páginas da internet – nas janelas do mensageiro. "Por exemplo, você poderá receber notificações sobre o status do voo de sua viagem, um recibo de uma compra que você tenha feito, ou uma notificação assim que uma entrega tenha sido feita. Mensagens de marketing que você venha a receber poderão conter ofertas de algo que lhe interesse", explica a documentação oficial do aplicativo.
Aplicativo do TechTudo: receba dicas e notícias de tecnologia no Android ou iPhone
 
Criptografia e privacidade
 
Tela de confirmação de código de segurança no WhatsApp (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Tela de confirmação de código de segurança no WhatsApp (Foto: Luciana Maline/TechTudo)
Apesar de explorar os dados dos usuários para gerar mais receita para o Facebook, o WhatsApp afirma que continua comprometido com a proteção das mensagens enviadas a amigos e grupos. A criptografia de ponta a ponta foi ativada no primeiro semestre de 2016 e impede que o próprio WhatsApp, o Facebook e terceiros interceptem o conteúdo das mensagens em texto, imagem ou vídeo.
"Nós também não iremos vender, compartilhar ou disponibilizar o seu número de telefone para anunciantes", informa a nota.
 
Fonte: techtudo.com.br

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07/2016

Justiça do RJ determina bloqueio do WhatsApp

RIO - A juíza de fiscalização da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro Daniela Barbosa Assunção de Souza determinou a suspensão do serviço do aplicativo de mensagens WhatsApp em todo o Brasil. A magistrada é a mesma que, no ano passado, foi agredida por detentos no batalhão prisional da PM de Benfica. Ela cobra da empresa que as mensagens trocadas por pessoas investigadas sejam desviadas em tempo real antes de ser implementada a criptografia.
 
As operadoras de telefonia foram notificadas pela Justiça do Rio às 11h30m e precisam suspender imediatamente o uso do serviço. Caso contrário, as empresas ficam sujeitas a uma multa diária de R$ 50 mil. Esta é a terceira vez que o aplicativo, que pertence ao Facebook, é paralisado no país. Procuradas, as operadoras Oi, Nextel, TIM, Vivo e Claro informaram que vão divulgar em breve comunicado sobre o assunto.
 
A juíza afirma que o Facebook, empresa dona do WhatsApp, foi notificado três vezes sobre a decisão para que fizesse interceptação de mensagens relativas a uma investigação em andamento, em sigilo, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ainda de acordo com a magistrada, a empresa americana teria se limitado a responder, em inglês, que não arquiva e não copia mensagens compartilhadas entre os usuários.
 
Daniela, no entanto, cobra do WhatsApp que as mensagens trocadas sejam desviadas em tempo real antes de serem criptografadas. "Deve se registrar que o juízo não solicitou em momento algum o envio de mensagens pretéritas nem o armazenamento de dados, medidas estas que os responsáveis alegam não serem passíveis de cumprimento", diz o texto da juíza.
 
TRATAMENTO DE PAÍS COMO 'REPUBLIQUETA'
 
Em sua decisão, a juíza critica o uso do inglês nas mensagens da empresa, afirmando que isso demonstra "total desprezo às leis nacionais". Ela lembra que a empresa possui filial no Brasil, está sujeita às leis e à língua nacional, e diz que indica tratamento do país "como uma republiqueta".
 
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O documento aponta ainda que a empresa formulou "perguntas totalmente improcedentes e impertinentes" sobre o caso e ainda pediu que a comunicação fosse feita em inglês. "If possible, please provide responses in English as that will significantly improve our ability to analyze and process your request in a timely manner", apontava a comunicação da empresa, segundo a magistrada.
 
Em maio, quando o serviço foi bloqueado por determinação da Justiça de Sergipe, o diretor jurídico do WhatsApp, Mark Kahn, veio ao país e afirmou que a empresa não tem como fornecer o conteúdo exigido judicialmente: "Não estou aqui para discutir teses, entendo seu ponto, mas conteúdo ninguém vai ter porque nós não temos”, disse o executivo na época.
 
A juíza, no entanto, afirma que, se a empresa detém tecnologia para codificar mensagens, precisa também ser capaz de repassar tais conteúdos à Justiça. Além disso, ela destaca que o WhatsApp tem de cumprir as determinações judiciais do país, caso contrário não deve oferecer o serviço no território brasileiro.
 
"Se as decisões judiciais não podem efetivamente ser cumpridas, e esta informação é sempre rechaçada por peritos da Polícia Federal e da Polícia Civil que afirmam ser possível o cumprimento, como foi possível ao Google do Brasil, em determinada ocasião, cumprir as decisões judiciais que até então alegava ser impossível, deveremos, então, concluir que o serviço não poderá mais ser prestado, sob pena de privilegiar inúmeros indivíduos que se utilizam impunemente do aplicativo WhatsApp para prática de crimes diversos", afirma a magistrada em sua decisão..
 
Procurada pelo GLOBO, a assessoria de imprensa do WhatsApp informou que ainda não tinha posição oficial sobre o bloqueio do serviço.
 
BLOQUEIOS ANTERIORES
 
Esta é a terceira vez que o WhatsApp é bloqueado pela Justiça no Brasil. Em todos os casos, a suspensão foi uma represália judicial por a empresa ter se recusado a cumprir determinação de quebrar o sigilo de dados trocados entre investigados criminais.
 
O primeiro bloqueio foi em dezembro do ano passado e ocorreu a pedido da 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo, que determinou a suspensão do serviço por 48 horas. A decisão foi derrubada 12 horas depois, quando o próprio WhatsApp impetrou um mandado de segurança pedindo o restabelecimento do serviço.
 
Houve ainda uma outra tentativa da Justiça de derrubar o serviço, em fevereiro. Da mesma forma, o objetivo era forçar a empresa a colaborar com investigações sobre casos de pedofilia na internet, desta vez da polícia do Piauí. A decisão, porém, foi suspensa pelos desembargadores Raimundo Nonato da Costa Alencar e José Ribamar Oliveira, do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), que concederam liminares sustando os efeitos da decisão do juiz Luiz de Moura Correia, da Central de Inquéritos do Poder Judiciário em Teresina, que suspendia o uso do aplicativo WhatsApp em todo o Brasil.
 
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A segunda paralisação do aplicativo ocorreu em maio deste ano, por determinação da Justiça de Lagarto, no Sergipe. Na época, a decisão era de que o bate-papo ficasse bloqueado por 72 horas. A medida — proferida em 26 de abril, mas que só chegou às operadoras em 2 de maio — foi ordenada pelo juiz Marcel Montalvão.
 
Nos dois bloqueios anteriores do serviço, entre os argumentos usados pelos advogados do WhatsApp, estava a questão da proporcionalidade, já que a medida afeta milhões de usuários enquanto os criminosos investigados são apenas alguns.
 
PRIVACIDADE DE DADOS
 
A discussão de acesso a dados pessoais de usuários tem ganhado força nos últimos meses. Desde fevereiro, a Apple enfrenta uma batalha judicial contra o FBI, que tenta desbloquear o sistema operacional de um iPhone recuperado de um dos atiradores da chacina em San Bernardino, na Califórnia, no final do ano passado. A empresa se opôs ao objetivo da polícia com os argumento de ameaça à segurança dos usuários.
 
Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/justica-do-rio-determina-bloqueio-do-servico-do-whatsapp-novamente-19744594
 

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06/2016

Instagram anuncia perfil para negócios

Demorou, mas aconteceu. O Instagram, finalmente, vai lançar um perfil empresarial atendendo ao desejo dos usuários. O aplicativo tem se tornado indispensável para o mundo dos negócios e deverá ficar ainda mais semelhante ao Facebook. As novidades serão lançadas nos EUA, Austrália e Nova Zelândia nos próximos meses e estarão disponíveis em todas as regiões do mundo até o final do ano.

Através de seu blog oficial, o Instagram adiantou que muitas empresas estão usando o aplicativo e muitas pessoas na plataforma interagem com eles. “Havia um desejo da nossa comunidade empresarial em fazer mais. Então, nós os ouvimos. E, depois de centenas de entrevistas com empresas, três necessidades fundamentais foram elencadas para que possamos tornar a operação mais simples: destacar, obter insights e encontrar novos clientes”, pontuou.

Já está em teste um novo algoritmo com filtro específico de alcance para o feed. Com isso, as mensagens serão ordenadas por relevância e não cronologicamente. A mudança vem aliada ao foco nas ações comerciais. A plataforma adiantou que as contas empresariais terão configurações específicas para potencializar o uso. Será possível adicionar um botão de contato, ter acesso a ferramentas de promoção (como as que transformam mensagens em anúncios) e estatísticas de audiência com análise dos seguidores e engajamento, similar ao Facebook Insights.

O botão de contato deverá permitir a interação com lojas e marcas fora do Instagram possibilitando que as empresas adicionem e-mail, número de telefone e endereço. Segundo os empreendedores, a mudança é essencial devido ao grande volume de comentários recebidos nas postagens e a dificuldade em realizar esse filtro.

“Com essas idéias, nós nos propusemos a fazer o Instagram trabalhar ainda melhor para as empresas. Então, hoje, nós estamos animados para desvendar as nossas novas ferramentas de Instagram para negócios (Instagram Business Tools)”

 

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Perfis de negócios

As contas específicas para empresas são gratuitas para quem quer ser reconhecido como um negócio no Instagram. Com um perfil específico, as empresas podem escolher como querem que os seus clientes entrem em contato com elas. Haverá opção para chamadas, texto ou e-mail através de um toque no botão de contato. Também será possível obter as direções de Como Chegar pelo endereço. Com esse tipo de conta, será desbloqueado o acesso às análises de seguidores, com dados sobre audiência e engajamento. E também será possível promover anúncios.

 

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Estatísticas

Similar aos dados coletados pelo Facebook Insights, o Insights on Instagram vai fornecer para as empresas informações úteis sobre os seguidores e quais as mensagens são mais importantes que as outras, tudo pelo seu celular. O conhecimento estratégico a respeito do comportamento dos usuários e da demografia do público poderá nortear campanhas e auxiliar na criação de conteúdo relevantes para o negócio.

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Promover

Promover anúncios no Instagram será ainda mais impactante. A novidade é que será possível transformar mensagens com bom desempenho em anúncios direto do aplicativo. É só escolher um post que você já tenha compartilhado no Instagram e adicionar um botão para promover. Você pode selecionar um público-alvo filtrando seu alcance ou permitir que Instagram dê o direcionamento para você. Depois disso, seu post será promovido como um anúncio pelo período de tempo que você escolher.

“Essas ferramentas são apenas algumas das maneiras que nós desenvolvemos na expectativa do crescimento do seu negócio ser muito mais fácil com o Instagram”, concluíram na postagem.

Fonte: http://corporate.canaltech.com.br/

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05/2016

Google Assistant

 

 

 

O Google divulgou nesta quarta-feira (18) em San Francisco a nova versão do assistente pessoal, chamado agora de Assistant. Ele deverá ser um sucessor do atual, o Google Now, e traz uma inteligencia artificial mais avançada em linguagem natural, ficando assim mais parecido com o Siri, da Apple.

Segundo a empresa, os avanços feitos por ela nas tecnologias de voz, aprendizado de máquina e tradução de idiomas levou ao Assistant, que ao contrário do Now, que era especializado em trazer dados e resultados nas buscas do Google, agora ele é mais "conversacional", aprendendo o que o usuário quer a partir do andamento da conversa.

Em um dos exemplos mostrados, foi perguntado ao Assistant "Quem dirigiu 'O Regresso'"? E ao vir a resposta "Alejandro González Iñárritu", é possível falar "Mostre-me seus prêmios", e o assistente mostra os Oscars e demais troféus do diretor mexicano, sem ter precisado digitar o nome dele.

"A razão pela qual estamos fazendo isso é porque investimos na última década na melhor tecnologia de linguagem natural e processamento de voz. Estamos bem á frente do que outros assistentes fazem", disse o CEO do Google, Sundar Pichai.

Em outro caso, ao se ver diante de uma estrutura nas ruas de Chicago, o usuário pergunta ao celular "Quem projetou isso?", sem digitar o nome do autor da escultura, apenas "olhando" (provavelmente com a câmera do celular) o desenho dela.

 

Google Home Divulgação

 

 

 

 

 

 

 

A gigante das buscas anunciou também o Google Home, um gadget que leva a assistente de voz do Google para qualquer lugar da sua casa, capaz de te conectar a músicas e entretenimento, além de gerenciar tarefas diárias com facilidade e estar sempre à disposição para responder dúvidas.

Com um simples comando de voz, é possível, por exemplo, fazer buscas na internet, pedir para tocar uma música e até verificar os compromissos em sua agenda. As interações dependem da conexão a uma rede Wi-Fi e podem ser ampliadas pelos dispositivos Chromecast e Chromecast Audio.

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05/2016

6 dicas para quem quer empreender na internet''

Você já tem interesse em transformar o seu negócio em um e-commerce ou quer se informar sobre a possibilidade de empreender na internet, certo?

Obviamente, não existe uma fórmula pronta, mas muitas marcas e empreendimentos online de sucesso, mesmo seguindo suas próprias trilhas no mercado virtual, se orientaram com um método parecido. E é este método que será essencial para qualquer empresa que queira se firm ar na web.

Veja a seguir algumas dicas para empreender na internet!

1- Tenha e certeza de que a internet é seu lugar

Muitos empreendedores, já convencidos de que a internet é o lugar deles, se assustam com esta pergunta. No entanto, ela é inevitável e é melhor que você saiba com todas as certezas a sua resposta.

Se você já tem um produto ou serviço delimitado, você precisa pensar como o seu consumidor. Ele vai querer procurar este produto presencialmente, ou ele gostaria de comprá-lo através das facilidades da internet?

Ao fazer estes questionamentos, é possível que você veja que há um mercado virtual com uma necessidade; ou seja, existem pessoas que gostariam de comprar seu produto ou contratar seu serviço virtualmente, só que não existem muitas opções. E é aí que o seu negócio entra.

Outra maneira de descobrir isto é fazer pesquisas sobre o público-alvo. Monte um formulário com perguntas relevantes sobre o perfil do seu público e espalhe ela em grupos relacionados no Facebook, LinkedIn e fóruns espalhados pela internet.

2- Pense na necessidade e não no produto

É comum que empresas se preocupem muito com o produto e deixem em segundo plano a relação que o cliente tem com o produto. Muitas vezes, um bom produto não é muito vendido porque o público não sentiu que poderia resolver um problema ou suprir uma necessidade com ele (quando, na verdade, ele seria ideal exatamente para isto!).

Portanto, antes de tudo, você precisa conhecer o seu público, observar seu comportamento, listar as maneiras com que seu negócio pode ajudá-lo e saber qual problema que o seu produto vem resolver.

Por isto, observe quem já está no mercado, compare e-commerces semelhantes. Finja ser um comprador e faça alguma aquisição para ter toda a experiência do cliente da empresa rival. O que poderia ser melhor na compra dele? O que fez a diferença e de que forma ele tenta conquistar o cliente? Como melhorar isto? Após observar como é feito, olhe para como você irá fazer.

Ao escrever sobre seu produto em seu site, traga a solução que seu produto oferece antes mesmo de descrevê-lo. Mostre como seu produto é credível e destaque as diferenças do seu produto ou serviço em relação aos concorrentes do mercado. Em outras palavras, destaque a necessidade, mostre a solução e enfatize o que há de único no seu negócio.

3- Torne essa necessidade algo social

A melhor forma de mostrar ao público como o seu produto soluciona um problema ou uma necessidade, é tornando este mesmo problema e necessidade algo social. De uma forma mais simples, você precisa mostrar para o potencial consumidor que acessa o seu e-commerce que existem outras pessoas que têm o mesmo problema e se sentiram satisfeitas com o seu produto.

Portanto, convide seus mais fiéis clientes a dar o testemunho sobre o impacto do seu produto em suas vidas. Se seu negócio já foi assunto de jornais, revistas e outros sites, destaque o que estes canais falaram de positivo sobre ele. Você criará um estímulo em seu potencial cliente ao informá-lo de que outros também apreciaram o seu produto ou serviço.

4- Faça um site que convide e venda

As dicas acima se tornam inúteis se o seu site não for bem navegável. Pense: quantas vezes você já se sentiu frustrado ou até desistiu de uma compra online porque não conseguiu encontrar determinada informação ou teve dificuldade de solucionar suas dúvidas?

A aparência e navegabilidade do seu e-commerce definem a experiência que o seu consumidor em potencial terá (e você quer que esta experiência seja ótima!).

Portanto, para empreender na internet, é preciso mais que uma vitrine bonita. Crie uma estrutura baseada na relevância das informações: o que é mais importante que seu cliente saiba em cada página? O que ele procura? Use imagens, gráficos e vídeos de forma que você possa conversar com seu cliente do modo mais didático.

Não sobrecarregue o visual, seja básico e direto. Aproveite para convidá-lo a participar da sua lista de e-mails e ofereça benefícios para isto (acesso a conteúdo exclusivo, ou algum desconto na primeira compra). E sempre dê a chance de ele buscar ajuda na página, caso não consiga acessar o que procura.

5- Seja uma referência em conteúdo

Ofereça mais do que simplesmente seu produto em seu site. Crie conteúdo constante e relacionado ao produto ou serviço que você está negociando.Quando uma empresa nos mostra conhecimento e soluciona nossas dúvidas, damos maior credibilidade a ela.

Nossa confiança no produto aumenta e, consequentemente, a nossa preferência fica para esta determinada empresa. Crie esse sentimento de afeição através de um bom conteúdo: artigos, vídeos, e-books, e a linguagem que melhor se adaptar ao público. Esta estratégia de atração é o que chamamos de inbound marketing (o marketing que usa um conteúdo interessante para atrair seu público). Os artigos que você escrever dentro de um blog no seu e-commerce, por exemplo, poderão ser indexados pelas principais ferramentas de busca (como o Google) e, portanto, se você usar as melhores técnicas para melhorar o ranking dos seus artigos nas ferramentas de pesquisa, mais consumidores em potencial conhecerão o seu produto.

6- Crie uma comunidade de clientes

Você precisa se relacionar com seu cliente. Isto é mais do que estar, meramente, nas redes sociais, ou apenas ter um site e uma operação falha em pós-vendas. Nada disto é suficiente se:

1) você não conhecer o seu consumidor,
2) se você não der a oportunidade para ele se fidelizar e
3) você cultivar essa relação se importante de verdade sobre a qualidade não só do serviço ou produto, mas da experiência que você oferece online.

A forma mais eficaz que os empreendimentos online e e-commerces mantêm é a do e-mail marketing.

Ao manter clientes recebendo algum conteúdo exclusivo e tendo um canal de comunicação direto com estas pessoas, você saberá melhor sobre o perfil do seu consumidor e poderá ter maior interação (e vendas) através de campanhas personalizadas.

Os visitantes do seu site, por exemplo, informarão seus e-mails em troca de um conteúdo exclusivo, que solucione algum problema ou ofereça alguma informação útil.

Você também precisa cultivar o relacionamento que tem com quem já comprou em seu site. Ofereça um pós-vendas interessante não somente ao seu negócio, mas ao seu cliente. Ofereça descontos na segunda compra, pacotes com outros produtos que possam se relacionar com o primeiro produto comprado por esta pessoa etc. Tudo isto e até uma página de agradecimento pela compra influenciam na relação e no afeto que este cliente terá por sua empresa.

E se alguns clientes acabam indo embora, você não pode deixar de atrair novos. Sua empresa está presente em redes sociais, certo?

Pois pense em cada uma dessas redes em uma possibilidade de mídia. É mais barato e prático, por exemplo, criar um anúncio para perfis de consumidores em potencial no Facebook, do que pagar uma propaganda na televisão, em que não há controle sobre quem assiste. Existem diversas maneiras de anunciar sua marca online e você precisa encontrar a mais eficaz para o seu negócio, mas não ignore esta possibilidade.

O caminho para empreender na Internet pode parecer complicado, mas com a orientação certa, o sucesso vem como retorno de investimento. 

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12/2015

Empresa cria aparelho que detecta o Zika

São Paulo – Uma empresa brasileira desenvolveu um exame rápido capaz de fazer o diagnóstico do Zika vírus. Similar a um teste de gravidez, ele foi aprovado em agosto pela Anvisa. Ele pode identificar duas doenças endêmicas: a chikungunya e a dengue.

Geralmente, o resultado do exame para identificação do Zika vírus demora 10 dias para sair. Com o teste criado pela Orange Life, o médico pode chegar ao diagnóstico final, por exclusão, em apenas 20 minutos.

Como? A partir da amostra de sangue do paciente, que é depositada em um pequeno bastão. O teste confirma ou descarta duas infecções causadas pela picada do mosquito – dengue e febre chikungunya. Caso o exame dê negativo para as duas doenças e a pessoa continue a apresentar sintomas da zika, o médico pode fazer o diagnóstico a partir de outro produto criado pela empresa: o Smartreader.

“Embora as três doenças tenham sintomas parecidos, há características próprias de cada uma delas que, unidas aos exames, que nos permitem chegar a um diagnóstico por exclusão”, explica Marco Collovati, médico que idealizou o produto e presidente da Orange Life, em entrevista a EXAME.com.

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Similar a um smartphone, o dispositivo assimila o resultado do teste rápido com os sintomas apresentados pelo paciente. Depois, ele gera uma pontuação que determina a porcentagem de risco de a pessoa estar com zika, dengue ou chikungunya.

“A lógica do aparelho é parecida com a do médico. Primeiro, ele precisa descartar o que é mais simples para chegar à doença complicada”, conta Collovati. “Ele faz isso a partir de uma conversa sobre os sintomas para depois aplicar o teste.”

Outra função do dispositivo é que ele transmite os dados e o resultado dos exames rápidos em tempo real para a central de dados do Estado que utiliza o equipamento. Basta o médico introduzir o teste no aparelho que as informações são enviadas.

A Secretaria de Saúde da Bahia já usa o Smartreader em hospitais e UPAs desde março de 2015. Segundo dados da empresa, o Estado registrou mais casos de zika do que Pernambuco. No entanto, a Bahia contabiliza apenas 37 casos da má-formação, contra 646 casos suspeitos de Pernambuco.
Mapeamento do vírus

Além de diagnosticar as doenças, o Smartreader faz um mapeamento e localiza os pontos de focos do mosquito a partir de dados do paciente, como endereço da moradia. Desse modo, uma política de rastreamento e prevenção pode ser criada para diminuir o número de casos.

“O Smartreader pode ajudar o governo a limitar o perímetro e atuar nele para que uma epidemia não se inicie”, aponta o médico.

Até agora, mais de 120 cidades de Minas Gerais já fecharam um acordo para utilizar o aparelho, segundo Collovati. Tanto o teste rápido quanto o aparelho não são vendidos ou disponibilizados diretamente para o público.

“As farmácias estão nos procurando para fazer um posto de atendimento rápido. Mas estamos aguardando a aprovação da Anvisa”, finaliza o idealizador.


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